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Saúde Mental e Cirurgia Plástica. Há relação?


A pandemia acentuou o número de pessoas ansiosas e deprimidas.


A insatisfação com a própria aparência é um problema frequente, mas precisa ser tratado com responsabilidade, consciência e sem pressão estética. O Brasil é hoje o país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo, sabiam?


Sendo assim, corrigir algo que incomode na face ou no corpo têm impacto significativo na vida do paciente, contribuindo para que ele possa elevar a sua autoestima, melhorar questões funcionais do corpo ou até mesmo curar traumas, sejam físicos ou emocionais.


A beleza não é apenas aparência, é também saúde, inclusive mental. Assim, cuidar da saúde mental é essencial para manter o equilíbrio antes, durante e após os procedimentos estéticos cirúrgicos, respeitando suas peculiaridades e aceitando seus resultados. As características morfológicas podem influenciar positivamente quando a autoestima é saudável, mas também geram sentimentos negativos que causam danos intensos às pessoas, complicando com doenças mentais como depressão, pânico, ansiedade e outros.


Condições como essas, que geram insatisfação pessoal com destruição da autoestima, são cada vez mais frequentes em uma sociedade que tem em evidência o “culto ao corpo e vidas perfeitas”. Mas, novamente, precisam ser tratadas antes de realizar qualquer procedimento, garantindo assim que não surjam arrependimentos e frustrações no futuro. As cirurgias plásticas são ferramentas que mudam a realidade dos pacientes, trazem qualidade de vida, cura e aceitação. Por isso, precisam ser realizadas em pessoas que prezam pela saúde do corpo e da mente.


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repost @drgraziosi

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